bastariam pra me explicar por que, como isso foi acontecer”
Eu poderia dizer como tudo começou, aquela historia que nós gostamos de lembrar sempre, deitadinhos na sua cama, cansados depois de um dia cheio. Lembrar quando nos falamos pela primeira vez, no MSN, do quanto você achava meus tweets bobos, e o quanto eu achava chato [mas engraçado] todos os papos sobre trabalho.
Passávamos quase 24 horas conversando direto, e era impressionante como tínhamos assunto… À noite você ia no #msnbar conversar comigo, tomando suco de laranja, aguentando todas as minhas indicações de músicas toscas, lendo meu papinho bêbado.

começo.
Quando finalmente nos conhecemos pessoalmente, eu te dei um abraço e você mal chegou perto de mim. E dentro da minha bolsa estava aquele baton cookie que tinha te prometido. Sair da palestra e tomar um café, sentar do seu lado com medo e beber só uma água, com vergonha.
Naquele dia que finalmente decidimos sair juntos, só nós dois, eu quase desistia. No momento falava com duas amigas sobre como eu me sentia nervosa perto de você, que eu não sabia se o nervosismo era porque tava afim ou tinha medo do seu jeito sério. Mas não podia desistir de novo, depois de ter recusado sair para jantar, só por vergonha de comer na sua frente.
Então fomos para sorveteria, te fazer experimentar sorvete de chocolate com cobertura de menta, que até hoje você agradece por não ter tomado, só porque cobertura de menta lembra pasta de dente. E depois ir para o café [que depois seria nosso ponto de apoio] conversar, desenhar e conversar mais um pouco.

fora de casa, hein?
Aquela pergunta que você fez questão de repetir várias vezes, e eu já estava ficando irritada, querendo mandar você se lascar. E quando você decidiu puxar a cadeira bem perto de mim, pra escolher algo para eu comer, e eu quase morri sem ar, e só escolhi um suco, porque eu não iria comer na sua frente, e fiquei triste porque você voltou pro seu lugar. Queria ter morrido sem ar a noite toda. E passar aquela amiga sua que hoje é uma grande companheira minha também, ela te mandar uma mensagem que logicamente sabia o que era, só pela gargalhada que você deu. Perder a hora e voltar para casa às 2 da manhã.
Sair do trabalho correndo só pra tomar um chá mate com você, ficar olhando pra barba tão fofa e te ouvir falar sobre tudo. Nunca escondi o efeito da tua voz em mim. E depois de tantas e tantas reuniões para a mesa redonda daquela semana de comunicação, sair para comer algo ou beber um café. Você chegar baixinho no meu ouvido no shopping, perguntando se eu queria um chá mate. A reunião acabando e eu te segurar, só pra ficar conversando mais um pouco com você.
E no sábado, quando te encontrei naquela festa que te convidei [mas não sabia se você ia mesmo], o maior sorriso do mundo, só por te ver. E o maior prazer em banhar de chuva só para conversar e depois desistir da festa que realmente tava um saco e ir atrás de um café. Ficar horas conversando no estacionamento do pão de açúcar, minha cabeça encostada no teu ombro, e depois irmos praquele bar. Eu já morta de sono, mas sem querer deixar de ouvir tua voz.
E no outro dia, na ultima reunião, morrer de vergonha ao te encontrar. Ficar estranha, te tratar com frieza, porque eu já não conseguia ficar só conversando com você. Naquele dia decidi comer na sua frente e você ficou com ciúme por eu ter dito algo sobre um certo baterista na pizzaria.
Depois aquele beijinho roubado que seria o começo de tudo…
Depois aquele abraço no corredor, antes da mesa redonda.
Depois o orgulho de te ouvir falando todas aquelas coisas inteligentes…
Depois ir para o shopping, te fazer cafuné.
Depois ir para aquele mirante.
E assim seguir durante esse um ano todo. Uma ou duas brigas. O ombro que sempre terei para chorar, a mão que sempre terei para pegar. Todas as risadas, você me levar nos braços, só pra me arrancar um sorriso, me apoiar em todos os momentos, te acompanhar no supermercado e médico, cuidar de você. Me apoiar na volta da faculdade. Assistir meu desfile sem reclamar. Dançar comigo no meio da loja, tomar sorvete e agüentar todos os meus pedidos por sushi. Se zangar porque chego na sua casa e durmo. Me zangar porque chego na sua casa e você fica no PC. Domingos de china in Box e filmes. Sábados de preguiça. Te ver todo dia. Todo dia. Todo dia. Morrer de saudade quando não posso te ver. Fazer birra, comer chandelle. Ouvir você falar sobre propaganda. Sentir teu cheiro. Viajar e você me acompanhar em todos os lugares. Nunca me deixar só, sabendo do meu medo.
Te amar sempre.
Porque esse é só o começo, amor. Eu sei que ainda terá muito mais.
“Não sei se eu saberia chegar até o final do dia sem você.”
“Queria descobrir em 24h tudo que você adora, tudo que te faz sorrir. E num fim de semana tudo que você mais ama e no prazo de um mês tudo que você já fez… é tanta coisa que eu não sei…”
Eu poderia dizer como tudo começou, aquela historia que nós gostamos de lembrar sempre, deitadinhos na sua cama, cansados depois de um dia cheio. Lembrar quando nos falamos pela primeira vez, no MSN, do quanto você achava meus tweets bobos, e o quanto eu achava chato [mas engraçado] todos os papos sobre trabalho.
Passávamos quase 24 horas conversando direto, e era impressionante como tínhamos assunto… À noite você ia no #msnbar conversar comigo, tomando suco de laranja, aguentando todas as minhas indicações de músicas toscas, lendo meu papinho bêbado.
[foto]
Quando finalmente nos conhecemos pessoalmente, eu te dei um abraço e você mal chegou perto de mim. E dentro da minha bolsa estava aquele baton cookie que tinha te prometido. Sair da palestra e tomar um café, sentar do seu lado com medo e beber só uma água, com vergonha.
Naquele dia que finalmente decidimos sair juntos, só nós dois, eu quase desistia. No momento falava com duas amigas sobre como eu me sentia nervosa parto de você, que eu não sabia se o nervosismo era porque tava afim ou tinha medo do seu jeito sério. Mas não podia desistir de novo, depois de ter recusado sair para jantar, só por vergonha de comer na sua frente.
Então fomos para sorveteria, te fazer experimentar sorvete de chocolate com cobertura de menta, que até hoje você agradece por não ter tomado, só porque cobertura de menta lembra pasta de dente. E depois ir para o café [que depois seria nosso ponto de apoio] conversar, desenhar e conversar mais um pouco.
[foto]
Aquela pergunta que você fez questão de repetir várias vezes, e eu já estava ficando irritada, querendo mandar você se lascar. E quando você decidiu puxar a cadeira bem perto de mim, pra escolher algo para eu comer, e eu quase morri sem ar, e só escolhi um suco, porque eu não iria comer na sua frente, e fiquei triste porque você voltou pro seu lugar. Queria ter morrido sem ar a noite toda. E passar aquela amiga sua que hoje é uma grande companheira minha também, ela te mandar uma mensagem que logicamente sabia o que era, só pela gargalhada que você deu. Perder a hora e voltar para casa às 2 da manhã.
Sair do trabalho correndo só pra tomar um chá mate com você, ficar olhando pra barba tão fofa e te ouvir falar sobre tudo. Nunca escondi o efeito da tua voz em mim. E depois de tantas e tantas reuniões para a mesa redonda daquela semana de comunicação, sair para comer algo ou beber um café. Você chegar baixinho no meu ouvido no shopping, perguntando se eu queria um chá mate. A reunião acabando e eu te segurar, só pra ficar conversando mais um pouco com você.
E no sábado, quando te encontrei naquela festa que te convidei [mas não sabia se você ia mesmo], o maior sorriso do mundo, só por te ver. E o maior prazer em banhar de chuva só para conversar e depois desistir da festa que realmente tava um saco e ir atrás de um café. Ficar horas conversando no estacionamento do pão de açúcar, minha cabeça encostada no teu ombro, e depois irmos praquele bar. Eu já morta de sono, mas sem querer deixar de ouvir tua voz.
E no outro dia, na ultima reunião, morrer de vergonha ao te encontrar. Ficar estranha, te tratar com frieza, porque eu já não conseguia ficar só conversando com você. Naquele dia decidi comer na sua frente e você ficou com ciúme por eu ter dito algo sobre um certo baterista na pizzaria.
Depois aquele beijinho roubado que seria o começo de tudo…
Depois aquele abraço no corredor, antes da mesa redonda.
Depois o orgulho de te ouvir falando todas aquelas coisas inteligentes…
Depois ir para o shopping, te fazer cafuné.
Depois ir para aquele mirante.
E assim seguir durante esse um ano todo. Uma ou duas brigas. O ombro que sempre terei para chorar, a mão que sempre terei para pegar. Todas as risadas, você me levar nos braços, só pra me arrancar um sorriso, me apoiar em todos os momentos, te acompanhar no supermercado e médico, cuidar de você. Me apoiar na volta da faculdade. Assistir meu desfile sem reclamar. Dançar comigo no meio da loja, tomar sorvete e agüentar todos os meus pedidos por sushi. Se zangar porque chego na sua casa e durmo. Me zangar porque chego na sua casa e você fica no PC. Domingos de china in Box e filmes. Sábados de preguiça. Te ver todo dia. Todo dia. Todo dia. Morrer de saudade quando não posso te ver. Fazer birra, comer chandelle. Ouvir você falar sobre propaganda. Sentir teu cheiro. Viajar e você me acompanhar em todos os lugares. Nunca me deixar só, sabendo do meu medo.
Te amar sempre.
Porque esse é só o começo, amor. Eu sei que ainda terá muito mais.
“Não sei se eu saberia chegar até o final do dia sem você.”
hoje faz um ano, amor. que você de deu aquele beijinho quando se despediu de mim no carro. e aí você olhou pra mim. e eu perguntei “o que foi?” nervosa e você disse, naquele seu jeito sério que me dava medo “nada”.
hoje faz um ano que eu senti borboletas no estômago e sai quase pulando de alegria dentro do carro.
mas hoje é um ano só do beijinho roubado. amanhã é outra coisa, amor…
Foi maravilhoso dormir e acordar com você.

turistas, iei.
Ah sim, e conhecer a cidade, pegar sol, andar horrores, tirar fotos, comer bem, fazer comprinhas também foi ótimo. =)
Chegar meia noite em casa e encontrar um envelope na porta.
Um envelope verde, pra mim.
Tentei imaginar quem poderia ter me mandado uma carta, e nem desconfiei do envelope ser verde.
Depois que joguei a bolsa na cama, fui ver o outro lado e vi que a carta era sua.
E eu nem consigo dizer como fiquei feliz em ler todo seu amor e carinho! Amei cada detalhe, o clipe verde, os desenhos, os pintinhos, o cartão e a foto, que mostra que você continua linda.
Obrigada pelo carinho, pelo amor.
Saudade demais de você,
Beijos enormes!

tchuchuco! / quié, mina?!
Porque eu amo você com cara de malvado. E foi isso que me chamou atenção quando nos conhecemos pessoalmente. Eu não sabia se meu nervosismo era de medo de você zangado ou se estava afim de você. E lógico que, quando você me ofereceu mate no shopping, baixinho no ouvido, eu já estava derretida.
E você sabe que eu amo quando você discute, palestra, conversa sobre publicidade/trabalho. A sua seriedade que me deixa boba, e a sua voz que me deixa tão calma. Até porque, nas nossas saidas, você não se cansava de falar falar e falar. E eu adorava ouvir, mesmo que quase dormindo na mesa de um bar.
Quando você me deu um beijo antes de sair, e eu quase batia o carro lendo a mensagem que você me mandou, eu já sabia que ia amar você. Mesmo com todo o medo que sentia, mesmo com todas as dúvidas.
E hoje, onze meses depois, fico muito feliz por aquela agência não ter enviado a fonte que eu precisava. Pois só assim você iria conversar comigo. E por ter tido aquela palestra, onde te prometi um baton cookie, e assim te conheci pessoalmente. Fico feliz pela mesa redonda da semana de comunicação, onde pude ter conversas interminaveis, e fico mais feliz ainda por você ter me beijado.
ama.
Bom.
Já reclamei falei no twitter zilhões de vezes sobre minha situação do braço. Mas nem disse aqui.
Eu tou com L.E.R. [lesão por esforço repetitivo] que deu uma super “inflamada” [posso dizer isso?] e ta me impossibilitando de fazer qualquer coisa no computador. Ou qualquer coisa normal mesmo. Tipo escrever ou desenhar.
Começou na terça, dia 8, com uma dor chata no braço direito, e um cansaço. Eu não sabia onde colocar o braço, tudo cansava. Aí tinha umas pontadas, como se fosse uma super agulha dentro do braço, pinicando sempre. Também uma dor no punho e nos dedos…
Na quarta tava quase impossível fazer alguma coisa. No curso do SENAC não produzi tanto. No trabalho tava quase chorando de dor, na faculdade chorei. Uma pontada [muito] forte me fez sair mais cedo da aula, marcar o ortopedista [pela enésima vez?] e ir para algum hospital implorar por um antiinflamatório/analgésico/milagre que passasse a dor. Na quinta a dor me fez perder a paciência no trabalho e quase me vi xingando o chefe quando ele me passou mais trabalho.
Sexta reencontrei o ortopedista e levei uma bronca. Sem exercício, sem parar de trabalhar, sem me afastar do PC eu não iria melhorar nunca. Disse que se eu não parasse e não me cuidasse eu ficaria com uma lesão irreversível. Me passou QUINZE dias de licença, fisioterapia, antiinflamatório, relaxante muscular [aaamo!], exames e um lembrete: FICA LONGE DO COMPUTADOOOR, ANA!
De lá fui direto para o trabalho, entregar o atestado, explicar minha situação e passar meus trabalhos que faltavam ser finalizados. Fiz o exame [um tal de eletroneuromiografia que é um filme de terror, gente. primeiro é um choque delicia em vários pontos dos braços, e depois umas agulhadas tipo acupuntura, só que com violência] e fui pra casa descansar.
Lógico que não consegui me afastar do computador. Tenho trabalhos da faculdade pra entregar. Tenho vícios que não consigo largar… mas diminui. A dor passou pro ombro, tou fazendo fisioterapia e tentando viajar no fim de semana pra descansar.
O namorado diz que eu devo me acalmar. Eu não posso me estressar, e eu sei que essa dor toda piorou por situações delicadas no trabalho, faculdade e em casa. Mas é complicado. É muito complicado. E eu sei que eu devo parar.
Então é isso. Aproveitar meus 15 dias de licença, ir a um reumatologista, fazer fisioterapia e procurar uma atividade física. De preferência um Tai Chi Chuan, yoga, pilates.
E eu juro que vou desligar o PC e descansar.
Jajá.
Só mais um link…
Ela ta se achando gorda. Na época da formatura tava magrinha magrinha. A saboneteira chega era saliente. Aquela coisa dura, desconfortável.
Quando ele e ela passaram a ser eles, ela era magrinha. Mas ele nunca falou nada. Um dia, antes de eles serem eles, ele disse: “você tem olhos lindos”. Ela quase morreu do coração. Foi bem naquele dia que ela saiu do trabalho voando só pra tomar um mate com ele. E ficaram conversando e conversando um tempão. E ela sem almoçar, só no mate. “eu tenho que iiir, fazer a monografia”. “fica mais um pouco, vamo conversar”.
Aí eles ficaram juntos. E de repente a saboneteira ficou fofinha, e a saliência do quadril também. Fica aquela pochetezinha que parece ser já de família, lembrando da época em que o irmão saia exibindo “orgulhoso” a barriguinha de cerveja. Ela pergunta: “Tô gorda?” e ele diz: “ta linda. Prefiro assim, era muito magra.” Ela não gosta. Isso quer dizer que ta gorda. Nem lembra que ele prefere assim, pra poder morder a barriga e fazer abrir um baita sorriso nela.
Quando ela vê que ta gorda, lembra do começo deles, que ela não comia. Morria de vergonha. O aparelho sujar, derramar algo, comer errado. Mais que bobagem. Parece que não sabe que, quando ama, até as gafes são lindas. Quebrar o sushi, ficar o molho do sanduíche no canto da boca…
Enquanto se arruma, ela olha pra pochete, pra saboneteira cheia… pensa em fazer dieta. Aí lembra que uma das maiores delícias é aquela briguinha deles. Achar um lugar pra comer. Ele diz que ela só come comida chinesa, japonesa e picanha. Ele nem sabe que ela comeria qualquer coisa só pra poder ficar segurando a mão dele enquanto ele almoça.
Eu não acho que beijar na boca do filho [a] é uma demonstração saudável de carinho. Eu acredito que existam outras formas. Minha mãe nunca deu selinho em mim ou no meu irmão. Nem meu pai. Aliás, na minha família ninguém nunca trocou de roupa na frente do outro, ou usou banheiro juntos ou essas intimidades. A não ser que fosse bem pequeno e eu não lembre. Mas eu lembro uma vez que meu pai tava banhando e eu tive que fazer xixi e a mamãe acabou entrando no banheiro comigo. Eu era pequenininha. Mas eu não me senti bem. Só mora eu e minha mãe e mesmo assim a gente não troca de roupa uma na frente da outra, ou fica andando de calcinha pela casa ou toma banho enquanto a outra usa o sanitário. Meu irmão uma vez entrou no meu quarto sem querer e eu tava me vestindo. Ele quase teve um treco. Eu acho muito estranho esses pais que beijam filhos na boca. Esses irmãos [casal, no caso] que dividem banheiro. Eu conheço gente que é assim. Ta nem ai. Mas eu não acho certo.
E né? Deixa eu voltar pro começo. Que tão falando “aaah, coitado daquele italiano, era só uma demonstração de carinho”. Carinho de pai em filho [a] é abraço, beijo na bochecha, é passar mão na cabeça, é beliscar nariz como meu pai até hoje faz. Beijo na boca se dá em namorado, marido, ficante. Aí a cabeça da criança fica, né? “Ah, deixa eu dar um beijinho no coleguinha, no irmão do coleguinha, no amigo do papai”. Aí o amigo do papai acha bom e diz pra sentar no colo do tio. E brincar ali com o tio. Só uma seguradinha. Assim. Isso.
E sim, tou radicalizando. Porque eu não acho certo mesmo. Meus filhos não vão ter selinhos meus. E ai do pai deles se eu pegar dando selinho.
Olha gente, nem sei por onde começar esse post, porque nem eu acredito ainda no que aconteceu.
Acontece que a @bjomeliga falou no twitter que tava [finalmente] saindo do local [infernal] em que trabalhava, e a grande dúvida dela era:

ó, dúvida cruel!
e aí eu brinquei, porque né, gente? quem me leva a sério no twitter? esperava no mínimo um “tecatá!”

meu, tava brincando.
- moça, eu já tava indo embora, é a 3ª vez que eu tento entregar isso, mas vocês não ajudam!- aaah, moço, é porque aqui não tem porteiro…

olha que caixa liiinda!

bilhetinho fofo, letrinha linda e muito carinho.

sou puro charme.
É isso gente, uma mimosa de São Paulo em Teresina, pra curtir um calor.
Bjomeliga, obrigada pela mimosa, pelo cartão fofo, pela caixinha linda.
Espero mesmo que você consiga ser muito feliz nesse seu novo caminho, porque você merece o melhor sempre!

Smack!
tem dias que você só tem vontade disso.
tenta pensar que é só um momento, uma fase.
vontade de largar tudo, começar tudo de novo.
mas fugir de um problema não faz com que ele suma. aliás, aparecem outros.
então só para, respira. engole a raiva, o choro e segue.
amanhã vai ser outro dia.




