Eu não sou eu…


Fortaleza
Novembro 4, 2009, 11:45 am
Arquivado em: de um bem., mimimi, viagem, vida.

Foi maravilhoso dormir e acordar com você.

 

 

 

turistas, iei.

turistas, iei.

 

 

 

Ah sim, e conhecer a cidade, pegar sol, andar horrores, tirar fotos, comer bem, fazer comprinhas também foi ótimo. =)



Cartinha
Outubro 22, 2009, 3:35 am
Arquivado em: away, miguxês, mimimi, vida.

Chegar meia noite em casa e encontrar um envelope na porta.

Um envelope verde, pra mim.

Tentei imaginar quem poderia ter me mandado uma carta, e nem desconfiei do envelope ser verde.

Depois que joguei a bolsa na cama, fui ver o outro lado e vi que a carta era sua.

E eu nem consigo dizer como fiquei feliz em ler todo seu amor e carinho! Amei cada detalhe, o clipe verde, os desenhos, os pintinhos, o cartão e a foto, que mostra que você continua linda.

Obrigada pelo carinho, pelo amor.

Saudade demais de você,

Beijos enormes!



12.10
Outubro 12, 2009, 4:41 am
Arquivado em: de um bem., twitter
tchuchuco! / quié, mina?!

tchuchuco! / quié, mina?!

Porque eu amo você com cara de malvado. E foi isso que me chamou atenção quando nos conhecemos pessoalmente. Eu não sabia se meu nervosismo era de medo de você zangado ou se estava afim de você. E lógico que, quando você me ofereceu mate no shopping, baixinho no ouvido, eu já estava derretida.

E você sabe que eu amo quando você discute, palestra, conversa sobre publicidade/trabalho. A sua seriedade que me deixa boba, e a sua voz que me deixa tão calma. Até porque, nas nossas saidas, você não se cansava de falar falar e falar. E eu adorava ouvir, mesmo que quase dormindo na mesa de um bar.

Quando você me deu um beijo antes de sair, e eu quase batia o carro lendo a mensagem que você me mandou, eu já sabia que ia amar você. Mesmo com todo o medo que sentia, mesmo com todas as dúvidas.

E hoje, onze meses depois, fico muito feliz por aquela agência não ter enviado a fonte que eu precisava. Pois só assim você iria conversar comigo. E por ter tido aquela palestra, onde te prometi um baton cookie, e assim te conheci pessoalmente. Fico feliz pela mesa redonda da semana de comunicação, onde pude ter conversas interminaveis, e fico mais feliz ainda por você ter me beijado.

ama.



parei.
Setembro 17, 2009, 4:21 pm
Arquivado em: away, desculpas sinceras., trabalho, twitter, vida., vício

Bom.

reclamei falei no twitter zilhões de vezes sobre minha situação do braço. Mas nem disse aqui.

Eu tou com L.E.R. [lesão por esforço repetitivo] que deu uma super “inflamada” [posso dizer isso?] e ta me impossibilitando de fazer qualquer coisa no computador. Ou qualquer coisa normal mesmo. Tipo escrever ou desenhar.

Começou na terça, dia 8, com uma dor chata no braço direito, e um cansaço. Eu não sabia onde colocar o braço, tudo cansava. Aí tinha umas pontadas, como se fosse uma super agulha dentro do braço, pinicando sempre. Também uma dor no punho e nos dedos…

Na quarta tava quase impossível fazer alguma coisa. No curso do SENAC não produzi tanto. No trabalho tava quase chorando de dor, na faculdade chorei. Uma pontada [muito] forte me fez sair mais cedo da aula, marcar o ortopedista [pela enésima vez?] e ir para algum hospital implorar por um antiinflamatório/analgésico/milagre que passasse a dor. Na quinta a dor me fez perder a paciência no trabalho e quase me vi xingando o chefe quando ele me passou mais trabalho.

Sexta reencontrei o ortopedista e levei uma bronca. Sem exercício, sem parar de trabalhar, sem me afastar do PC eu não iria melhorar nunca. Disse que se eu não parasse e não me cuidasse eu ficaria com uma lesão irreversível. Me passou QUINZE dias de licença, fisioterapia, antiinflamatório, relaxante muscular [aaamo!], exames e um lembrete: FICA LONGE DO COMPUTADOOOR, ANA!

De lá fui direto para o trabalho, entregar o atestado, explicar minha situação e passar meus trabalhos que faltavam ser finalizados. Fiz o exame [um tal de eletroneuromiografia que é um filme de terror, gente. primeiro é um choque delicia em vários pontos dos braços, e depois umas agulhadas tipo acupuntura, só que com violência] e fui pra casa descansar.

Lógico que não consegui me afastar do computador. Tenho trabalhos da faculdade pra entregar. Tenho vícios que não consigo largar… mas diminui. A dor passou pro ombro, tou fazendo fisioterapia e tentando viajar no fim de semana pra descansar.

O namorado diz que eu devo me acalmar. Eu não posso me estressar, e eu sei que essa dor toda piorou por situações delicadas no trabalho, faculdade e em casa. Mas é complicado. É muito complicado. E eu sei que eu devo parar.

Então é isso. Aproveitar meus 15 dias de licença, ir a um reumatologista, fazer fisioterapia e procurar uma atividade física. De preferência um Tai Chi Chuan, yoga, pilates.

E eu juro que vou desligar o PC e descansar.

Jajá.

Só mais um link…



eles
Setembro 14, 2009, 4:52 pm
Arquivado em: de um bem., mimimi, vida.

Ela ta se achando gorda. Na época da formatura tava magrinha magrinha. A saboneteira chega era saliente. Aquela coisa dura, desconfortável.

Quando ele e ela passaram a ser eles, ela era magrinha. Mas ele nunca falou nada. Um dia, antes de eles serem eles, ele disse: “você tem olhos lindos”. Ela quase morreu do coração. Foi bem naquele dia que ela saiu do trabalho voando só pra tomar um mate com ele. E ficaram conversando e conversando um tempão. E ela sem almoçar, só no mate. “eu tenho que iiir, fazer a monografia”. “fica mais um pouco, vamo conversar”.

Aí eles ficaram juntos. E de repente a saboneteira ficou fofinha, e a saliência do quadril também. Fica aquela pochetezinha que parece ser já de família, lembrando da época em que o irmão saia exibindo “orgulhoso” a barriguinha de cerveja. Ela pergunta: “Tô gorda?” e ele diz: “ta linda. Prefiro assim, era muito magra.” Ela não gosta. Isso quer dizer que ta gorda. Nem lembra que ele prefere assim, pra poder morder a barriga e fazer abrir um baita sorriso nela.

Quando ela vê que ta gorda, lembra do começo deles, que ela não comia. Morria de vergonha. O aparelho sujar, derramar algo, comer errado. Mais que bobagem. Parece que não sabe que, quando ama, até as gafes são lindas. Quebrar o sushi, ficar o molho do sanduíche no canto da boca…

Enquanto se arruma, ela olha pra pochete, pra saboneteira cheia… pensa em fazer dieta. Aí lembra que uma das maiores delícias é aquela briguinha deles. Achar um lugar pra comer. Ele diz que ela só come comida chinesa, japonesa e picanha. Ele nem sabe que ela comeria qualquer coisa só pra poder ficar segurando a mão dele enquanto ele almoça.



Salada mista.
Setembro 9, 2009, 3:11 am
Arquivado em: away, família, twitter, vida.

Eu não acho que beijar na boca do filho [a] é uma demonstração saudável de carinho. Eu acredito que existam outras formas. Minha mãe nunca deu selinho em mim ou no meu irmão. Nem meu pai. Aliás, na minha família ninguém nunca trocou de roupa na frente do outro, ou usou banheiro juntos ou essas intimidades. A não ser que fosse bem pequeno e eu não lembre. Mas eu lembro uma vez que meu pai tava banhando e eu tive que fazer xixi e a mamãe acabou entrando no banheiro comigo. Eu era pequenininha. Mas eu não me senti bem. Só mora eu e minha mãe e mesmo assim a gente não troca de roupa uma na frente da outra, ou fica andando de calcinha pela casa ou toma banho enquanto a outra usa o sanitário. Meu irmão uma vez entrou no meu quarto sem querer e eu tava me vestindo. Ele quase teve um treco. Eu acho muito estranho esses pais que beijam filhos na boca. Esses irmãos [casal, no caso] que dividem banheiro. Eu conheço gente que é assim. Ta nem ai. Mas eu não acho certo.

E né? Deixa eu voltar pro começo. Que tão falando “aaah, coitado daquele italiano, era só uma demonstração de carinho”. Carinho de pai em filho [a] é abraço, beijo na bochecha, é passar mão na cabeça, é beliscar nariz como meu pai até hoje faz. Beijo na boca se dá em namorado, marido, ficante. Aí a cabeça da criança fica, né? “Ah, deixa eu dar um beijinho no coleguinha, no irmão do coleguinha, no amigo do papai”. Aí o amigo do papai acha bom e diz pra sentar no colo do tio. E brincar ali com o tio. Só uma seguradinha. Assim. Isso.

E sim, tou radicalizando. Porque eu não acho certo mesmo. Meus filhos não vão ter selinhos meus. E ai do pai deles se eu pegar dando selinho.



Uma vaca chamada mimosa.
Setembro 3, 2009, 7:22 pm
Arquivado em: e eu aguento?, miguxês, mimimi, twitter

Olha gente, nem sei por onde começar esse post, porque nem eu acredito ainda no que aconteceu.

Acontece que a @bjomeliga falou no twitter que tava [finalmente] saindo do local [infernal] em que trabalhava, e a grande dúvida dela era:

ó, dúvida cruel!

ó, dúvida cruel!

e aí eu brinquei, porque né, gente? quem me leva a sério no twitter? esperava no mínimo um “tecatá!”

meu, tava brincando.

meu, tava brincando.

Segundos depois lá tava ela pedindo meu endereço, pra enviar o apontador. Vários e-mails trocados depois, era só aguardar a minha nova companheira!
Hoje, estavam detetizando o prédio e tive que estudar na área aberta que tem lá. Quando vejo um carro dos correios e saio correndo, perguntando se tinha algo para mim:
- moça, eu já tava indo embora, é a 3ª vez que eu tento entregar isso, mas vocês não ajudam!
- aaah, moço, é porque aqui não tem porteiro…
 
aí eu vi a coisa mais linda do mundo!
olha que caixa liiinda!

olha que caixa liiinda!

Recebi a caixinha toda decorada dos correios! Olha que letra fofa da @bjomeliga! (também ali a data de envio e a surpresa!)
Abri e quase morro!
bilhetinho fofo, letrinha linda e muito carinho.

bilhetinho fofo, letrinha linda e muito carinho.

Quem me conhece sabe que eu morro só de ver um coelhinho fofo como esse do cartão. Então sem nem ver ainda a Mimosa eu já tava toda derretida! [meu dedo tampou propositadamente o nome dela, ok?]
Querem conhecer a Mimosa?

sou puro charme.

sou puro charme.

É isso gente, uma mimosa de São Paulo em Teresina, pra curtir um calor.

Bjomeliga, obrigada pela mimosa, pelo cartão fofo, pela caixinha linda.

Espero mesmo que você consiga ser muito feliz nesse seu novo caminho, porque você merece o melhor sempre!

 

Smack!

Smack!



dia de merda
Agosto 11, 2009, 6:19 pm
Arquivado em: away, trabalho, vida.

tem dias que você só tem vontade disso.

tenta pensar que é só um momento, uma fase.

vontade de largar tudo, começar tudo de novo.

mas fugir de um problema não faz com que ele suma. aliás, aparecem outros.

 

 

então só para, respira. engole a raiva, o choro e segue.

amanhã vai ser outro dia.



Faculdade
Agosto 8, 2009, 12:17 pm
Arquivado em: e eu aguento?, faculdade, trabalho, vida.

- Mas cara, ainda tem um monte de xerox pra tirar… afe.

- Oxe, e tu não tirava xerox quando fazia publicidade não?

- Tiraaava… mas não era tanto assim. E nem é só xerox. Tem tecido. 47 reais de tecido pra fazer analise!

- Nééé… foi querer fazer moooda… se tivesse escolhido fazer filosofia na federaaaal…

 

 

 

 

 

Amo meu namorado.

 

 

 

p.s.: Tou devendo um post falando sobre minha 1ª semana de aula no curso novo, e sobre a palestra do Jum Nakao.

p.s.2: Tou devendo um post sobre meu emprego novo…



Sufoco.
Agosto 3, 2009, 2:27 am
Arquivado em: de um bem., família, vida.

Uma vez o André me perguntou o que me sufocava. Eu respondi na lata: a distância.

Essa maldita que me deixa longe da minha irmã. Que me deixa longe da minha sobrinha mais linda. A distância que me fez ficar longe do meu irmão, dos meus amigos.

E junto com a distância, vem a saudade.

Saudade do olhar, gesto e palavras do irmão. Porque foi preciso 2.639 km pra gente finalmente entender que nosso amor é tão grande que machucava quando estava perto. E apesar disso, todo dia ele dá um jeito de cuidar de mim.

Saudade da minha irmã, que por coisas da vida, me fez acostumar a ter sempre lá, longe. Mas por sorte me faz ter todo dia perto. Me ensinando receitas de cozinha e de vida, me fazendo rir, me divertindo.

Saudade da sobrinha que cresce longe de mim, sem poder participar de cada descoberta, dança, música, desenho, de cada barca de sushi devorada, mergulhos, praias, bichinhos novos, e graças a sua mãe [minha irmã amada], me deixa participar de tudo, com fotos, blogs, vídeos, bate papos.

Saudade da amiga longe, que eu tive poucas vezes por perto, mas o suficiente pra viciar nos abraços cheirosos, nas balinhas, sorvetes divididos, mas que eu sempre vou ter perto pelos mesmos caminhos que nos encontramos.

A maldita distância, André. Que dói e que faz chorar com um e-mail, um scrap, um twitt. A distância que faz querer hoje-agora-já uma viagem, uma passagem, uma forma de ter perto, pra um abraço com vinho numa praça ou para bater perna no shopping ouvindo as melhores historias. Pra um abraço com cheiro de “Acordes” e pro melhor sotaque que faz relaxar.

Vocês que vivem longe de mim,

Saudade.